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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Comenta Piscoiso
Muito me conta. Vai o Preto para o branqueamento de capitais. E a Branca de Neve para onde vai?








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O comentário de Piscoiso é deste post no Blasfémias onde se fala de António Preto, pronunciado pelos crimes de fraude fiscal e falsificação de documentos e escolhido por Manuela Ferreira Leite para as listas do PSD.

Para além de lembrar a tal mala cheia de dinheiro, ficámos a saber que o dito Preto foi nomeado relator da comissão que vai fazer a transposição da directiva europeia de combate ao branqueamento de capitais.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Para quem está convencido de que a luta de classes é uma coisa de passado.














“Os direitinhas andam muito, muito, assanhados. Com a vitória do Paulinho Ranger como cereja no topo do bolo passou-lhes a vergonha toda. Pelos comentários, muito se borram também de medo que voltem aí os comunas para lhes azucrinar o juízo e lhes façam xixi na piscina. Deve ser uma frustração Pachequiana qualquer.

Explicar a esta senhora e aos seus fãs porque permitir o enriquecimento de uns quantos causa o empobrecimento de outros começa a parecer-se com ter que explicar porque motivo dois mais dois são quatro. Quando estamos no meio de uma crise gerada pela drenagem de riqueza dos mercados para esta ir parar aos bolsos de poucos este tipo de conversa tem tendência a causar urticária. Almeida Garrett já o explicou de forma suficientemente clara há século e meio. Marx também. Até o raio do Henry Ford, um dos maiores capitalistas de todos os tempos percebeu mais depressa do que os outros que se riram dele até lhes ter entrado a crise de 1929 pelo traseiro acima.

Esta gaja resumiu nesta treta de discurso toda a podridão do nosso querido mundo do capital: que se fodam os pobrezinhos, as seguranças sociais, os desempregados e mais o raio que os parta, o que importa é ilusão de poder ser rico. Sim, isso mesmo. Que se dane a democracia e mais o conceito de estado para a maioria e justiça social. O capitalismo atira-nos telemóveis, carros de luxo, spas mais caros que ordenados e a ilusão de que um dia podemos ter glamour a sair-nos pelo nariz como ranho e vendermo-nos como putas a esta canalha: os protegidos a quem nunca chega a crise, os brasonados e outros queques e betos, aos vigaristas e espertalhões que fazem leis e ditam a economia tanto quanto ditam a justiça.

Parece de que precisamos mesmo é de voltar a sentir fominha como há cem anos atrás para que percebamos o que é, afinal, realmente importante. Qualquer tipo de classe média ou abaixo que vote nesta cabra e séquito é BURRO. É BURRO por ser ele a pagar a crise enquanto vê o mercado dos artigos de luxo florescer porque aos ricos nada lhes falta; é BURRO duas vezes porque lhe falta o dinheiro para bens essenciais mas endivida-se para comprar o luxo que o capitalismo lhe atira como vantagens desde que nasceu; é BURRO três vezes por pensar que deixar uns tipos enriquecer mais do que merecem lhe vai trazer, a ele, prosperidade. É um ASNO por hipotecar o seu futuro e o dos filhos por gadgets, lâmpadas fluorescentes debaixo do carro e gajas com tetas de silicone.

A História, pelos vistos, existe para ser esquecida, como a matemática. Sorte é existir a estatística: um gajo como um frango, outro morre de fome mas não faz mal que no mundo civilizado toda a gente tem direito a meio frango.

Acham que a riqueza cai do céu aos trambolhões? Ela tem que vir de algum lado. Para uns terem a mais, outros têm de menos, a grande diferença entre agora e o século XIX vem do facto de a fronteira entre a soberba e a miséria se ter deslocado do interior dos países para fora deles. Pode ser, mesmo assim, que a crise mude esse aspecto, se assim continuar. Nunca se sabe, continuem a aumentar o número de desempregados até na nossa velha Europa e pode ser que os famélicos da terra surjam entre nós outra vez. Como a fome é a maior força de revolta que a História alguma vez conheceu, talvez um dia acordemos com uma à porta que a Globalização vai fazer dos bolcheviques a porra dos meninos do coro de Viena.

Abram os olhitos e vejam bem em quem vão votar. A estes laranjitas caiu-lhes despudoradamente a máscara: até o artista do Sá Carneiro teria vergonha, no seu tempo, de atirar alarvidades destas quando esquerda/direita ainda diziam algo à nossa sociedade e muito gente ainda andava a pão e água à custa do Botas & Companhia. Já agora: recomendo algumas fotografias antigas, é muito engraçado ver o Belmiro e outras múmias já sobejamente conhecidas à mesa do Estado Novo. Talvez isso abra alguns olhitos.

O que mais mete raiva é esta treta de partido “socialista” que se diz ter por cá. Enfiaram o conceito de “cada homem deve receber exactamente o que merece de acordo com a sua responsabilidade, mérito e formação” numa gaveta e agora andam a brincar aos estados sociais. Com políticas de tapa-buraco para idiota ver.

P.S. Até os américas já começaram a perceber. E o que temos nós por cá? Sarkozys, Merkels, Berlusconis, Chernes, um ex-JSD no poder e uma laranjita à espera de o tomar. Se calhar merecemos o que temos.”

Autor: Harpad do Nihlista, copiado do comentário #26 deste post do Blasfémias.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Crónica dos bons patrões, por Manuela Ferreira Leite.






Haverá por aqui mais alguns que eu possa despedir?



Numa semana em que se multiplicaram as notícias da forma como os patrões começam a aproveitar as “oportunidades da crise”: encerramento de actividades, layoffs e despedimentos, em muito casos sem fundamentação económica e no desrespeito da legislação em vigor; a Drª Manuela Ferreira Leite, que além de ser doutra época parece também viver noutra dimensão, vem tentar convencer-nos, na sua semanal crónica do Expresso, que “A responsabilidade social das empresas tem-se afirmado e progredido ao longo dos últimos anos e traduz a consciência social dos empresários e o seu relevante papel numa mais justa redistribuição de rendimentos”.

Provavelmente estava a pensar em Américo Amorim, que de acordo com o ranking dos podres de rico é o rico mais rico de Portugal, e que sem perder tempo se chegou logo à frente, anunciando o despedimento de 193 trabalhadores, a maioria dos quais com salários mensais entre os 500 e 600 euros.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

O Freeport de Alcochete e os indícios: serão líquidos? serão gasosos? sólidos não são certamente, porque a PGR é que fala assim.









Flamingos na zona de Alcochete

Num mesmo dia, no longínquo ano de 2002, um Governo de saída aprova em Conselho de Ministros, o projecto do Freeport de Alcochete e a alteração que retira da Zona de Protecção do Estuário do Tejo a área de construções daquele projecto. E aqui, vejo duas hipóteses: ou se trata duma discutível concepção do interesse público que deve ser objecto de discussão e avaliação politica; ou estamos perante uma situação em que, por meios mais ou menos ilícitos, o interesse privado se sobrepôs ao interesse público: um caso de polícia.


E como há de facto indícios de falcatrua, seria bom que a PJ e a PGR investigassem com a celeridade e competência que esperamos delas, esclareçendo o que for possível deslindar, em vez de continuarem a assistir a fugas de informação e a desdobrarem-se em declarações extemporâneas e ridículas como as de não haver indícios sólidos(1) em relação ao Eng. Sócrates.

Os julgamentos na comunicação social, e blogosfera, por muito entretenimento que possam proporcionar, são mais um sintoma da situação pantanosa a que chegámos, no que respeita à corrupção, fraude financeira, crime de colarinho branco, offshores, branqueamento de dinheiro, e sei lá que mais. E aqui sim, está provado, o Eng. Sócrates tem pesadas culpas no cartório. Não foi ele que se opôs ao pacote Cravinho de combate à corrupção? Que abençoou o Pacto de Justiça cozinhado por um selecto grupo do PS e PSD? E os resultados estão à vista. Sabe quantas pessoas estão presas a cumprir pena por crime de corrupção? Arrisque um número e depois compare aqui.

E se alguém, nas oposições, pensa que vai tirar proveitos eleitorais destas manobras, o melhor é tirar o cavalo da chuva. Ou o homem sai reforçado desta provação, como vítima merecedora de todo o respeito e solidariedade, e de mais alguns votos. Ou mesmo que a coisa desse para o torto, não era grande a desgraça para o PS que, com alguma dor e melhor proveito, podia, da noite para o dia, ver-se livre do engenheiro e respectiva tralha, e avançar com um elenco renovado, para uma segunda maioria absoluta.

Escolhesse o PS continuar na mesma linha, ou mudar de direcção e enfrentar os novos desafios que aí estão, não seria difícil encontrar por lá alguém com melhores credenciais do que as do desgastado 1º Ministro. E isto não é sequer sobrevalorizar o PS. Como dizia a Zezinha acerca do Paulinho, à Drª Ferreira Leite até o rato Mickey ganhava.

Com Sócrates ou sem Sócrates, aqui está uma oportunidade oferecida ao PS para antecipar as eleições, antes que a crise começe a doer ainda mais a sério.


(1) No Expresso de 24/1/2009.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Gaffes, crónica de Vasco Pulido Valente.










Vasco Pulido Valente tem dias, e quando escreveu a crónica “Gaffes”, no Público de hoje 21/11, estava num dia bom, muito bom.

Aqui, nas formigas, tentámos chamar a atenção, em vários posts, para o contraste entre a imagem de política séria, competente e responsável, que a comunicação social elogiava na Primavera: a Dr.ª Manuela Ferreira Leite; e a sua outra face conservadora, autoritária, e menos democrática: a Dona Manuela.

O que VPV diz de MFL, aplica-se a muitos outros políticos, e tem, infelizmente, numerosos adeptos em vários eleitorados. E nem é preciso recuar aos tempos da Monarquia: “democracia suspensa”, em maior ou menor grau, é hoje o modo de funcionamento normal de muitas autarquias portuguesas.

Aqui temos então as Gaffes de VPV:

Se a dr.ª Manuela Ferreira Leite estava, ou não, a tentar ser irónica não interessa nada ou muito pouco. A ideia de uma ditadura provisória para resolver, fácil e expeditivamente, problemas que não se conseguem resolver de outra maneira não é uma ideia nova. Vem da velha Monarquia Constitucional. Quando um governo ficava imobilizado pelo excesso de virulência da oposição (no parlamento, na imprensa ou na rua), o rei mandava os deputados para casa - sem tocar, em princípio, na liberdade de imprensa ou de reunião - e o governo fazia em sossego o seu serviço, suspendendo um jornal aqui e ali ou proibindo as manifestações que lhe pareciam mais perigosas. No fim voltava tudo ao mesmo. O rei convocava o parlamento (em geral fabricado para a ocasião) e o parlamento passava, à inglesa, um "bill de indemnidade" ao governo. Este exercício era conhecido pelo nome de "ditadura administrativa" e deu uma grande contribuição para a queda da Monarquia.

As gaffes da dr.ª Manuela Ferreira Leite (com ou sem "ironia") revelam uma tendência especial para a "ditadura administrativa". Educada politicamente no espírito autoritário do "cavaquismo", e boa discípula do mestre, sofre com irritação os vexames da democracia. Os jornais não publicam o que ela quer, os professores resistem à ministra e até a lei "transforma o polícia em palhaço": Portugal inteiro parece incontrolável. Pensando não só em Sócrates, Manuela Ferreira Leite começou a ver as dificuldades de reformar o país com as restrições que existem. Como, de facto, reformar a justiça sem os juízes? Como reformar a saúde sem os médicos? No fundo do seu coração, Manuela Ferreira Leite não sabe. Sabe apenas que não há reformas sem eles, nem com eles.

A "ironia" não foi uma ironia. Foi um desabafo: se a deixassem a ela e às pessoas como ela (com inteligência, visão e capacidade) mandar a sério, bastavam seis meses para pôr as coisas "na ordem". Mas daí a pedir, ou a sugerir, uma ditadura vai um abismo. Infelizmente, é com declarações destas que se chega pouco a pouco ao descrédito da democracia. A imagem da democracia como um reino de interesses particulares, que impedem o progresso e anulam a razão, embora antiga, não perdeu ainda a sua eficácia. E, com os desastres que se preparam, não precisa de ajuda para dissolver os restos de respeito pelo regime.


A saga da Dona Manuela: aqui, aqui, aqui, e aqui.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Última hora: morreu a formiga da Dona Manuela.


O John McCain tem o Joe Plumber, a Dr.ª Manuela Ferreira Leite arranjou a Dona Manuela. E para não a acusarem de despesista, faz ela mesma de Dona Manuela.


Cumpre-nos o doloroso dever de informar que morreu hoje, à hora do telejornal das vinte, a formiga que fazia a cobertura bloguistica da Dona Manuela. A causa da morte ainda está por apurar. Para já, as opiniões dividem-se entre o antigo “badagaio”, e o mais recente “coisa má”.

Testemunhas presentes confidenciaram que, ainda a diligente postista estava a tentar assimilar o "Eu não acredito em reformas, quando se está em democracia", quando a Dona Manuela rematou: “Não sei se não é bom haver 6 meses sem democracia”. Aí, a nossa infortunada colega arregalou os olhos, empinou as antenas, e caiu redonda no meio do formiguedo.

À família da saudosa especialista da posta Manuelina, o sincero sentimento de pesar de todos os que, neste blog, e no ecossistema da blogosfera, acompanharam a sua extenuante tarefa de registar as tiradas da Dona Manuela.

Aos habituais visitantes, e outros fans da distinta politica do PSD, informamos que, até conseguirmos uma substituta à altura dos altos padrões bloguisticos da apreciada comunicadora, não nos vai ser possível continuar a registar as sempre brilhantes intervenções da Dona Manuela.

Mais Dona Manuela: aqui, aqui, e aqui.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Dona Manuela ao prime-time, já:
mete polícias palhaços e patos da Justiça.













O John McCain tem o Joe Plumber, a Dr.ª Manuela Ferreira Leite arranjou a Dona Manuela. E para não a acusarem de despesista, faz ela mesma de Dona Manuela.

“Enquanto o sistema jurídico não for eficaz, o polícia está transformado num palhaço, porque prende um indivíduo e meia hora mais tarde ele está na rua”; diz o Público que a Dona Manuela disse.

A Dr.ª Manuela Ferreira Leite pode explicar à Dona Manuela que quando o PS e o PSD se põem a fazer patos(*) da Justiça, é no que dá.

Já quanto às critica que faz à comunicação social, acho que tem alguma razão: tiradas daquelas não são para ficar enterradas no 14º lugar dum qualquer alinhamento de telejornal. Mas concorrência do Sporting? Caia na real. Aqui também há uma formiga sportinguista, mas já se conformou há muito tempo.

(*) Ou será que se escreve pactos? Com o novo Acordo Ortográfico fico um pouco confuso.

Mais Dona Manuela: aqui, e aqui.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A Dona Manuela sabe, mas não diz.











A Dr.ª Manuela Ferreira Leite
já não pode ver esta Dona Manuela.


O John McCain tem o Joe Plumber, a Dr.ª Manuela Ferreira Leite arranjou a Dona Manuela. E para não a acusarem de despesista, faz ela mesma de Dona Manuela.

A Dr.ª Manuela Ferreira Leite merece simpatia. De facto, não dá para ser regedor daquela freguesia: é o Meneses, o Santana, o Coelho, o Marcelo, o PSD Madeira, e hoje, mais uma vez, a Dona Manuela.

Sim, a Dona Manuela sabe quais são os problemas do País e até tem propostas, decerto excelentes, só que não diz quais são para o Governo não as adoptar. E esclareçe: como o Governo tem feito a todas as propostas que o PSD apresenta.

Aviso: isto não é ficção. Visto e ouvido pelas formigas no telejornal das 13 da RTP.

Dá Deus nozes a quem não tem dentes. Imaginem a felicidade do PCP e do BE, se o Governo adoptasse, pelo menos algumas, das propostas que passam a vida a fazer.

Pensavam as formigas que acima do interesse partidário estava o interesse nacional, e que o importante é resolver os problemas, e não quem apresenta as propostas. Hoje fica-se a saber que para termos direito a conhecer as soluções da Dona Manuela, temos de pagar primeiro. Não há almoços grátis: ou votamos no PSD, ou não há propostas para ninguém.


Mais Dona Manuela: aqui.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

A Dona Manuela e o desemprego em Cabo Verde e na Ucrânia.











O John McCain tem o Joe Plumber, a Dr.ª Manuela Ferreira Leite arranjou a Dona Manuela. E para não a acusarem de despesista, faz ela mesma de Dona Manuela.

A Dona Manuela estreou-se na TVI com o não há dinheiro para nada, e reaparece agora em força na entrevista à TSF/DN com o investimento público em Portugal só resolve o problema do desemprego em Cabo Verde e na Ucrânia.

Claro que a Dr.ª Manuela Ferreira Leite podia explicar à Dona Manuela que o investimento público além de gerar directamente riqueza tem um efeito multiplicador na economia, que cria e/ou mantém emprego e empresas, e por aí adiante que a economista é ela, não sou eu. A líder do PSD podia também lembrar à Dona Manuela a necessidade e as vantagens para os países de imigração, do recurso à mão-de-obra estrangeira. A expansão nos anos 60 e 70, das economias de países como a França, Alemanha, e Reino Unidos não teria sido possível sem o contributo de portugueses, espanhóis, turcos, caribenhos, africanos e tantos outros.

A tirada da Dona Manuela não “roça a xenofobia”, é mesmo xenófoba: porque não é verdade que o investimento público em Portugal só ajuda a reduzir o desemprego para os trabalhadores de Cabo Verde e da Ucrânia; porque, numa altura de dificuldades para tantos de nós, acusa o Governo de ir gastar o dinheiro dos portugueses para benefício de estrangeiros. Desta nem o Paulo Portas se lembrou.

Aguarda-se agora a indignação da Dona Manuela para o novo uso que o Governo está a fazer do dinheiro dos portugueses: 700 milhões para tapar os buracos no BPN provocados pelos cambalachos dos seus colegas de Partido e de Governo; e mais alguns milhares de milhões a disponibilizar aos banqueiros “necessitados”. Afinal sempre há dinheiro para alguma coisa.