quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Grupo de Leitura do jornal “Avante”, no Facebook
Porque será que se inscrevem 580 pessoas num Grupo de Leitura e ninguém comenta?








"Rodrigo is such a thoughtful farmer and just fertilized Carla Vanessa in FarmVille!"



Uma cigarra amiga chamou-nos a atenção para o Grupo de Leitura do Jornal “Avante” no Facebook, que não é da autoria da Dona Joana Lopes, mas dum blog chamado Ai Portugal Portugal, um nome bem à maneira, que até foi um dos que pensámos cá para as formigas, mas foi-se a ver e já estava ocupado.

Lá fomos espreitar na expectativa de entrever animadíssimos debates entre Rita Rato, Carlos Brito e Odete Santos, mas a verdade é que por ali no pasa nada. Bem se interroga um bacano que lá deixou um comentário: “Porque será que se inscrevem 580 pessoas num Grupo de Leitura e ninguém comenta?”

Procurando esclarecer tão pungente inquietação, resolvemos fazer uma sondagem entre os comunistas nossos conhecidos, que são poucos, mais os comunistas nossos amigos, que ainda são menos, e o resultado, embora sem o rigor daquelas sondagens da Católica que põem sempre o Cavaco e o PS à frente, será de certeza a melhor resposta que aquela mente inquisitiva alguma vez terá na vida.

Porque é que se inscreveu e não comenta no Grupo de Leitura do jornal “Avante” ?

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

As voltas que o Natal dá...















Como outras datas do calendário cristão o Natal teve origens pagãs, os festejos do solstício de Inverno celebrado por druidas, egípcios, hebreus, chineses... Na Roma antiga, desde o século III AC, festejavam-se as Saturnais, entre 17 e 23 de Dezembro, com sacrifícios no templo de Saturno, grandes banquetes, troca de prendas, e às vezes orgias.

Só a partir do século IV DC a data de 25 de Dezembro começa a ser assinalada como a do nascimento de Jesus. No entanto ao longo de toda a Idade Média o nascimento de Cristo era celebrado no início de Janeiro, na festa da Epifania associada também à visita dos Reis Magos.

Quanto ao tradicional presépio, o primeiro de que há noticia terá sido montado em argila por São Francisco de Assis em 1223, e a partir daí o costume foi-se difundindo pelo mundo cristão, mas desde o século passado começou a cair em desuso a favor da árvore de natal, igualmente associada a antigas festas pagãs do solstício.

Hoje e cada vez mais, o Natal é a festa laica da Família com o convívio à volta da ceia e/ou do almoço de Natal e a inevitável troca de prendas que, para os de mais tenra idade, são trazidas pelo Pai Natal, personagem nórdico, agora naturalizado americano e ao serviço da Coca Cola.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Contributo para uma polémica entre o 5 Dias e o Arrastão
Killing In The Name, The Rage Against the Machine, é top do Natal em Inglaterra.



Killing in the name of!

Some of those that work forces
are the same that burn crosses.
Some of those that work forces
are the same that burn crosses.
Some of those that work forces
are the same that burn crosses.
Some of those that work forces
are the same that burn crosses. Uggh!

Killing in the name of!
Killing in the name of!

And now you do what they told ya
And now you do what they told ya
And now you do what they told ya
And now you do what they told ya
And now you do what they told ya
And now you do what they told ya
And now you do what they told ya
And now you do what they told ya
And now you do what they told ya
And now you do what they told ya
And now you do what they told ya
And now you do what they told ya

Those who died
are justified
for wearing the badge, they're the chosen whites
You justify
those that died
by wearing the badge, they're the chosen whites
Those who died
are justified
for wearing the badge, they're the chosen whites
You justify
those that died
by wearing the badge, they're the chosen whites

Some of those that work forces
are the same that burn crosses.
Some of those that work forces
are the same that burn crosses.
Some of those that work forces
are the same that burn crosses.
Some of those that work forces
are the same that burn crosses.

Killing in the name of!
Killing in the name of!

And now you do what they taught ya
And now you do what they taught ya
And now you do what they taught ya
And now you do what they taught
And now you do what they taught ya, now you're under control
And now you do what they taughtya, now you're under control
And now you do what they taughtya, now you're under control
And now you do what they taught ya, now you're under control
And now you do what they taught ya, now you're under control
And now you do what they taught ya, now you're under control
And now you do what they taught ya, now you're under control
And now you do what they taught ya!!!

Those who died
are justified
for wearing the badge, they're the chosen whites
You justify
those that died
by wearing the badge, they're the chosen whites
Those who died
are justified
for wearing the badge, they're the chosen whites
You justify
those that died
by wearing the badge, they're the chosen whites
Come on!

(Guitar Solo)
Uggh!

Yeah! Come on! Uggh!

(Get louder until 9th by which time shouting)
Fuck you, I won't do what you tell me.
Fuck you, I won't do what you tell me.
Fuck you, I won't do what you tell me.
Fuck you, I won't do what you tell me.
Fuck you, I won't do what you tell me.
Fuck you, I won't do what you tell me.
Fuck you, I won't do what you tell me.
Fuck you, I won't do what you tell me.
FUCK YOU, I WON'T DO WHAT YOU TELL ME!!
FUCK YOU, I WON'T DO WHAT YOU TELL ME!!
FUCK YOU, I WON'T DO WHAT YOU TELL ME!!
FUCK YOU, I WON'T DO WHAT YOU TELL ME!!
FUCK YOU, I WON'T DO WHAT YOU TELL ME!!!
FUCK YOU, I WON'T DO WHAT YOU TELL ME!!!
FUCK YOU, I WON'T DO WHAT YOU TELL ME!!!
FUCK YOU, I WON'T DO WHAT YOU TELL ME!!!

MOTHERFUCKER!!!! Ugh!!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Argumentos, de peso, contra o casamento homossexual















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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Os novos "negreiros", versão século XXI
Agora num Centro Comercial ou supermercado perto de si.










À boleia do Código de Trabalho PS, a Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED), que representa a chamada “distribuição moderna”, que inclui hipers e supermercados e lojas como a FNAC e a IKEA, quer impor aos trabalhadores um regime de trabalho que pode ir até às 60 horas de trabalho semanal, com o poder adicional de fixarem de véspera o número de horas que o trabalhador é obrigado a prestar.

Para o CESP (Sindicato do Comércio e Serviços), a pretensão daquelas empresas é desumana, e faria da vida dos trabalhadores/as e das suas famílias um "inferno". Por isso apresentou já um pré-aviso de Greve para o próximo dia 24 de Dezembro.

Para estas formigas, com greve ou sem greve, este 24 de Dezembro vai ser um dia sem compras na “distribuição moderna???”, e vamos todas ficar muito atentas às posições das empresas onde deixamos ficar mensalmente uma boa parte dos nossos ordenados.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Bons padrinhos, é o que é
Para quem andava por aí intrigado como é que Catherine Ashton obteve o lugar.












Momento emocionante, a último encontro com Catherine Ashton (na foto) na sua qualidade de comissária do Comércio, na véspera de assumir o seu novo cargo de Ministra dos Negócios Estrangeiros da UE.”

sábado, 5 de dezembro de 2009

Armando Vara vai mostrar contas bancárias
Será que ele também pôs os robalos no banco?












Ou os 10 000 euros que os jornais dizem que ele terá alegadamente recebido em dinheiro vivo?

“Quer demonstrar não corresponderem à verdade as suspeitas de tráfico de influências e recebimento de dinheiro em notas.”

Mas como é que as contas bancárias demonstram que não recebeu dinheiro em notas? Alguém explica?

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A propósito do muito que se tem dito, e escrito, sobre a queda do Muro de Berlim

"É necessário recordar que uma economia planificada não é necessariamente o socialismo"












A afirmação é de Albert Einstein no artigo Why Socialism? que, numa tradução que deixa muito a desejar, pode também ler aqui em português.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Importa lembrar o papel de Lénine e dos seus companheiros, diz o Avante
E também de como acabaram muitos deles, digo eu.









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"Noventa e dois anos passados importa lembrar o papel de Lénine e dos seus companheiros que, à frente do Partido Bolchevique e com o apoio do povo, optaram pela ... construção de uma sociedade liberta da exploração do homem do homem."

Como por exemplo os homens e mulheres que faziam parte do Comité Central do Partido Bolchevique aquando da Revolução da Outubro. Vítimas da Guerra Civil ou de doença, dos 26 de 1917 em 1935 já só restavam 17. Desses 17, 13 são eliminados entre 1935 e 1940, a maioria nos anos negros de 1937/38.

Do C.C. de 1917 escapam com vida das purgas Alexandra Kollontai, fora do país, a primeira mulher a desempenhar as funções de Embaixadora, Matvei Muranov, afastado em 1939, Elena Stassova, e claro Stalin, o “grande e amado líder”, que a cada vez mais descabelada facção anti-democrática e reaccionária do PCP anda tão empenhada em reabilitar.

domingo, 1 de novembro de 2009

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O estranho caso Zemskov
Ou a ainda mais estranha “consolação” de Vilarigues














Com o título O estranho caso Zemskov publica António Vilarigues no Publico de hoje um artigo que pretende repor a verdade histórica dos números da repressão do estalinismo, mais concretamente do regime Soviético entre os anos 1921 e 1953. Assim, naquele período a repressão politica estalinista teria atingido cerca de 4 milhões de pessoas, e de entre eles 799 455 fuzilados, números bastante aquém das dezenas de milhões ou até mais de 100 milhões de mortes com que somos normalmente bombardeados.

Achando muito bem vindas as investigações históricas sérias, e à partida não disponho de razões para pôr aquela em causa, tenho no entanto de confessar a minha dificuldade em tirar ilações politicas ou morais da diferença entre valores destas ordens de grandeza.

E por isso acho muito estranho o tom “consolado” com que Vilarigues apresenta aqueles números, que não lhe suscitam qualquer tipo de condenação, repúdio, ou simples distanciamento, bem como a comparação que faz dos 4 milhões atingidos pela repressão, com os da população prisional americana.

Será que não lhe ocorreu compará-los com uma realidade bem mais próxima, os da repressão política do regime fascista em Portugal, de 1928 a 1974?

Partindo do princípio de que a população da União Soviética, durante aqueles períodos, seria cerca de 30 vezes superior à de Portugal, aplicando uma regra de 3 simples, o número equivalente de mortos pela repressão, durante os 48 anos de Salazar e Marcelo, teria atingido os 39 972.

Todos sabemos que na sua vasta panóplia repressiva o fascismo português não excluía a eliminação física de quem o incomodasse, e que o número de vitimas mortais é muitíssimo superior à meia dúzia de nomes que fazem parte da nossa memória colectiva - Bento Gonçalves, Humberto Delgado, Catarina Eufémia, Dias Coelho, Ribeiro Santos - mas que não atingiu, ao longo dos 48 anos, nada que se pareça com aqueles quase 40 mil (1).


O que, pelo menos no que me toca, em nada branqueia as pesadas culpas do regime que oprimiu o povo português durante 48 anos, nem dos que levaram a cabo repressão, e menos ainda dos seus responsáveis.

(1) Claro que falo apenas de Portugal. A repressão nas antigas colónias foi mais violenta e mortífera. Alguém tem números ou estimativas?

PSD procura líder
Então vamos lá de novo ao sótão, a ver o que é que se arranja desta vez.













Depois de Manuela, Marcelo?

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Educating Rita
Homenagear Nikolai Yezhov que, de acordo com o MSV, se purgou a ele mesmo.







Aqui com Yezhov








Aqui sem Yezhov


À atenção de todas, e todos, os jovens que se dedicam, ou planeiem dedicar-se, à política, aqui se deixa a recomendação dum site que vai lá, onde os habituais cursos universitários não sonham sequer entrever: o MSV - Movimento Stalin Vive – donde, com a devida vénia, transcrevemos o seguinte apelo:

"Camaradas,

todo buen stalinista sabe que las purgas fueron el mejor medio de eliminar a los enemigos de la revolución, para implantar la democracia stalinista que tan feliz hizo al proletariado durante los años 30 y 40. De ahí surge el pedido de rehabilitar al camarada Nikolai Yezhov, líder de la NKVD durante los años más gloriosos del gran STALIN, encargado de llevar adelante la gran Purga de los años 37-38, en que más de 700.000 trotskistas, pequeñoburgueses, kulaks, alemanes del volga (entro otros abyectos enemigos) fueron purgadaos y eliminados, mediante un proceso de justicia stalinista, en que cada uno de ellos reconoció sus crimenes contra la patria de la felicidad de los pueblos.

Fue tal su afán de seguir las órdenes de Stalin, que fue el único capaz de purgarse a si mismo, sabiendo que había cuestionado algunas órdenes del partido.

En estos años de capitalismo, revisionismo, perestroika, y demás aberraciones, es preciso ensalzar la figura de este completo socialista, servidor fiel del proletariado y enemigo número uno de la contrarrevolución.

Viva Stalin, Viva Feliks Dzerzhinski, Viva Yezhov y Viva Beria!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Vamos supor que alguém acredita nas palavras do Presidente da República











Argumenta o director do Jornal i na RTP1, hoje às 21 h.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Afinal parece que ainda não estamos completamente preparados para a Democracia.












Pelo que sempre ouvi dizer parece que o Professor Salazar não era propriamente anti-democrata, o que ele achava é que o bom povo português não estava preparado para as responsabilidades e sobretudo para as más tentações para que, ao que constava, a Democracia arrastaria inexoravelmente o pessoal.


Assim a modos como aqueles pais caretas que não deixam sair os putos à noite com receio que vão para ali para o Bairro Alto, se ponham a virar shots de enfiada, e acabem a noite na Urgência do S. José com uma lavagem ao estômago, ou qualquer outra cena ainda mais para o dramático.

Pois o actual Professor na sua elevada preocupação de também só querer o melhor para o bom povo à sua augusta responsabilidade, parece achar agora que as coisas importantes e graves (Pacheco da Marmeleira dixit) que tem para dizer sobre o folhetim das escutas, em plena época de eleições, nos ia deixar a todos assim a modos que balhelhas, com consequências inevitavelmente imprevisíveis.

Imagine-se o prezado leitor que sempre votou PPD/PSD ir a correr pôr o voto no BE, ou este vosso prestimoso escriba a pôr a cruzinha no CDS/PP, tudo como consequência das tais coisas importantes e graves que o actual Professor tem para dizer mas diz que só vai dizer depois das eleições, provavelmente para evitar que isto, ou algo ainda mais escabroso, nos possa acontecer a todos nós comuns votantes.

Depois da sua amiga, correligionária, e ex-ajudante, nos sugerir que os problemas da Pátria se resolvem com seis meses de suspensão da Democracia, parece achar agora o actual Professor, himself, que mesmo ao fim de 35 anos de intenso treino, há ainda coisas da Democracia que, pelo menos enquanto durar esta campanha eleitoral, devem ficar fora do alcance desta cambada de matutos que lhe coube em sorte pastorear.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Arruada, neologismo nojento?
Ou ignorância e sectarismo de VPV?













Hoje, os políticos não se atrevem a mostrar muito a cara ou a abrir muito a boca. Fazem “arruadas” – quem inventou esse neologismo nojento?”, pergunta hoje no Público Vasco Pulido Valente.

Sabe muito bem VPV, e daí o seu enjoo, que quem, mais recentemente, trouxe arruada para o uso corrente foi o PCP. E se não se deixasse tão facilmente cegar pelo sectarismo, também poderia, com pouco esforço, ter verificado que arruada já aparece naquele que é considerado o primeiro dicionário de português, o Vocabulario Portuguez e Latino (1712-1721), de Rafael Bluteau:

Alfena. Villa de Alfena, ou S. Vicëte de Alfena, no termo da Cidade do Porto Dizem, que antigamente foi Villa. He arruada, & të Pelourinho.

Claro que esse não é o sentido em que é utilizada nestes dias de campanha. Pois não. Mas no sentido de passear, andar na rua, também não é uma invenção comunista. Por exemplo:

Quereis subir às colônias, e dar um giro a cavalo até a cascata de Itamarati? Ou preferis arruar sem destino, onde vos levar a fantasia?

José de Alencar, ao Correr da Pena, 1874.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

sábado, 12 de setembro de 2009

domingo, 16 de agosto de 2009

Loures: O futuro está aqui
As grandes verdades ficam sempre bem num cartaz, em fundo azul.











No cerimónia de lançamento da primeira pedra do Crematório, o Presidente da Câmara PS de Loures garantiu ainda que: “este equipamento contribuirá para renovar a forma de estar e pensar da população”.

Será? Eu cá acho que ao fim 2 horas a 900 graus um gajo é só fumaça, está completamente, irreversivelmente, gasoso, etéreo, flutua no espaço sem peso nem dores nos rins...


NOTA
Com o calor que por aí vai estas formigas recolheram-se aos subterrâneos da blogosfera, onde de vez em quando encontram algo que as faz sorrir. Este despropósito vem dum blog de campanha eleitoral, o CDU Portela 2009.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Comenta Piscoiso
Muito me conta. Vai o Preto para o branqueamento de capitais. E a Branca de Neve para onde vai?








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O comentário de Piscoiso é deste post no Blasfémias onde se fala de António Preto, pronunciado pelos crimes de fraude fiscal e falsificação de documentos e escolhido por Manuela Ferreira Leite para as listas do PSD.

Para além de lembrar a tal mala cheia de dinheiro, ficámos a saber que o dito Preto foi nomeado relator da comissão que vai fazer a transposição da directiva europeia de combate ao branqueamento de capitais.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Si non è vero è ben trovato
Normas de multinacional proíbem uso de linguagem mais colorida no local de trabalho.











A coisa chegou à caixa de Email, originária sabe-se lá donde, com a indicação de ser uma Circular Interna, verídica, de uma multinacional americana em Portugal, no Porto, contra o uso no local de trabalho da linguagem mais colorida da gente do Norte.

Fazendo um grande desconto à apregoada veracidade, e a alguns brasileirismos lá pelo meio, a coisa está bem esgalhada, reflectindo a resistência popular, libertária, e meio terceiro mundista, às modas e folclore empresariais que nos prometem o céu da competitividade e desenvolvimento.

"It has been brought to our attention by several officials visiting our corporate Headquarters that offensive language is commonly used by our Portuguese speaking staff.

Such behavior, in addition to violating our Policy, is highly unprofessional and offensive to both visitors and colleagues. In order to avoid such situations please note that all Staff is kindly requested to IMMEDIATELY adhere to the following rules:

1) Words like merda, caralho, foda-se, porra or puta-que-o-pariu and other such expressions will not be used for emphasis, no matter how heated the discussion.

2) You will not say cagada when someone makes a mistake, or ganda-merda if you see somebody either being reprimanded or making a mistake, or que-grande-cagada when a major mistake has been made. All forms derivate from the verb cagar are inappropriate in our environment.

3) No project manager, section head, or executive, under no circumstances, will be referred to as filho-da-puta, cabrão, ó-grande-come-merda, or vaca-gorda-da-puta-que-a-pariu.

4) Lack of determination will not be referred to as falta-de-colhões or coisa-de-maricas and neither will persons who lack initiative as picha-mole, corno, or mariconso

5) Unusual or creative ideas from your superiors are not to be referred to as punheta-mental.

6) Do not say esse-cabrão-enche-a-porra-do-juízo if a person is persistent. When a task is heavy to achieve remember that you must not say é uma-foda. In a similar way, do not use esse-gajo-está-fodido if a colleague is going through a difficult situation. Furthermore, you must not say que-putedo when matters become omplicated.

7) When asking someone to leave you alone, you must not say vai-à-merda. Do not ever substitute "May I help you" with que-porra-é-que-tu-queres? When things get tough, an acceptable statement such as "we are going through a difficult time" should be used, rather than isto-está-tudo-fodido.

8) No salary increase shall ever be referred to as aumento-dum-cabrão.

9) Last but not least after reading this memo please do not say mete-o-no-cu. Just keep it clean and dispose of it properly. We hope you will keep these directions in mind.

Thank you."

domingo, 2 de agosto de 2009

Depois de ter ido ali dar uma cantada de 200 euros, a minha satisfação comigo próprio passou de um terço para o triplo.















Alpacas que cantam, ofertas de 200 euros, crescer e minguar em múltiplos e submúltiplos, isto está tudo a ficar muito estranho.

Ao menos o caso desta Joana começa a esclarecer-se.