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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

A rir e a dizer que vai continuar a fazer o que fez até hoje, ou no que dá Sócrates ter rejeitado as propostas de legislação anticorrupção de Cravinho














À porta do tribunal que o condenou por tentativa de suborno, oferta de 200 000 euros ao verador José Sá Fernandes para este desistir dum processo contra a Bragaparques, Domingos Névoa, administrador da Bragaparques, sorridente, diz para as câmaras da SIC que vai continuar a fazer o que fez até hoje, o que dado o que ficou provado no julgamento sobre o comportamento do personagem, e o valor da pena aplicada, 5 000 euros, não me espanta nada.

Como também não deve espantar ninguém que tenha estado minimamente atento ao resultado do pacto de Justiça entre o PS e o PSD, e que ainda se lembre porque é que Sócrates travou as proposta de legislação anti corrupção de João Cravinho. Ou que na moção a levar ao próximo Congresso do PS, a menção que se faz à corrupção é para se congratular com as novas leis que fez aprovar, ou seja as que dão este lindo resultado.

Na grande corrupção de Estado, toda a gente tem a sensação que estamos numa situação muito complicada e em crescendo. Porque a grande corrupção considera-se impune e age em conformidade e atinge áreas de funcionamento do Estado, que afectam a ética pública. Declarações de João Cravinho ao Público de 27/7/2008.